Consultoria Imobiliária Técnica e Energética

Prepare o seu imóvel para as novas exigências energéticas europeias

A União Europeia aprovou a Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), que obriga à melhoria da classe energética dos imóveis. Esta legislação terá impacto direto no valor dos imóveis com classificação energética F ou G.

Imóveis com baixa eficiência energética poderão sofrer desvalorização e restrições no mercado, tornando essencial antecipar-se.

Esta norma estabelece metas obrigatórias para melhorar a eficiência energética do imobiliário europeu.

Na Home Energy analisamos risco, valorização e estratégia de conformidade, integrando eficiência energética, avaliação imobiliária e execução técnica.

O seu imóvel está em risco energético?

A diretiva europeia define prazos obrigatórios para melhoria da eficiência energética dos edifícios em Portugal.

Se o seu imóvel tem classe energética F ou G, enfrenta riscos concretos:

Imóveis com classificações baixas já perderam entre 10% a 25% do valor em alguns mercados europeus. Esta tendência tende a agravar-se à medida que os prazos se aproximam.

Compradores e inquilinos estão cada vez mais conscientes dos custos energéticos e das obrigações futuras, evitando imóveis com classificações baixas.

Embora ainda não confirmado em Portugal, alguns países europeus já discutem:

  • Proibição de venda ou arrendamento de imóveis classe F e G
  • Penalizações fiscais (IMI agravado)
  • Obrigatoriedade de renovação antes de transação

Quanto mais esperar, mais limitadas serão as suas opções. Atuar agora permite:

  • Planear intervenções de forma estratégica
  • Aproveitar apoios e incentivos disponíveis
  • Evitar obras de emergência mais caras

Imóveis ineficientes têm faturas de energia 2 a 3 vezes superiores, impactando a rentabilidade (arrendamento) ou o orçamento familiar.

Prazos de implementação

Edifícios residenciais

– Até 2030: mínimo classe E

– Até 2033: mínimo classe D

– Até 2050: descarbonização total

Edifícios não residenciais

– Até 2027: mínimo classe E

– Até 2030: mínimo classe D

– Até 2050: descarbonização total

A quem se destina?

Proprietários de imóveis com
classificação energética F ou G

Investidores que pretendem
valorizar ativos imobiliários

Quem pretende vender ou
arrendar com maior competitividade

Empresas com edifícios não
residenciais sujeitos a novas exigências

Compradores que querem
avaliar risco antes de investir

Promotores e construtores
em processos de reabilitação

A solução Home Energy

A consultoria imobiliária técnica e energética permite analisar o imóvel, identificar riscos e definir um plano para melhorar a classe energética e valorizar o ativo. Na Home Energy integramos engenharia, eficiência energética, avaliação imobiliária e execução técnica num único serviço estratégico, preparado para responder às novas exigências europeias.

Analisamos o imóvel de forma técnica e económica para responder a quatro questões decisivas:

Por que escolher a Home Energy?

– Especialistas nas novas exigências energéticas europeias

– Abordagem integrada única (energia, mercado, regulamentação e execução)

– Decisões baseadas em dados técnicos e simulações reais

– Estratégia orientada para o retorno do investimento e valorização

– Identificação de incentivos e apoios financeiros disponíveis

– Rede de parceiros e equipas certificadas para a execução das obras

– Acompanhamento completo de todo o processo, do diagnóstico à execução das obras.

O que inclui a nossa consultoria?

CASO REAL: valorização após reabilitação energética

Antes de investir, é importante perceber o que está verdadeiramente em causa.
Este é um exemplo real de um imóvel que transformou risco em valorização, com prazo disponível de 5 anos até 2030.

Imóvel: Apartamento T2 em Lisboa
Ano de construção: 1985
Classe energética: F

Valor de mercado: 180.000 €

Análise de risco

- Incumprimento da Diretiva Europeia (classe mínima E até 2030)
- Desvalorização projetada de 15-20% até 2030 sem intervenção
- Dificuldade crescente de venda/arrendamento
- Custos energéticos mensais de +/- 150€ (aquecimento + AQS)

Estratégia de melhoria implementada

- Isolamento térmico exterior (sistema ETICS): 8.000 €
- Substituição de janelas (vidro duplo): 4.000 €
- Bomba de calor para AQS e climatização: 3.500 €
- Correção de pontes térmicas e infiltrações: 1.500 €

Investimento e resultados

Investimento líquido: 13.000€
Apoios obtidos: 4.000€ (Fundo Ambiental)
Nova classe energética: C
Novo valor de mercado: 215.000€
Custos energéticos mensais: +/- 60€ (redução de 60%)

Impacto final

Valorização: +35.000 € (+19%)
ROI: 269% (retorno de 2,7x o investimento)
Conformidade com Diretiva: Classe C
Poupança energética anual: +/- 1.080 €
Maior atratividade no mercado

Packs disponíveis

Básico

Intermédio

PREMIUM

Diagnóstico e avaliação de risco

Prazo de entrega: 1-2 semanas

Ideal para
compreender a situação atual

Estratégia de conformidade

Inclui pack básico +

Prazo de entrega: 2-3 semanas

Ideal para
definir plano e orçamento

Conformidade total e execução

Inclui pack intermédio +

Prazo de entrega: 3-6 semanas

Ideal para
garantir execução e resultado

Básico

Diagnóstico e avaliação de risco

Prazo de entrega: 1-2 semanas

Ideal para
compreender a situação atual

Intermédio

Estratégia de conformidade

Inclui pack básico +

Prazo de entrega: 2-3 semanas

Ideal para
definir plano e orçamento

PREMIUM

Conformidade total e execução

Inclui pack intermédio +

Prazo de entrega: 3-6 semanas

Ideal para
garantir execução e resultado

Perguntas frequentes sobre
consultoria imobiliária técnica

Não espere pela penalização do mercado.

Peça uma consultoria e saiba exactamente o que fazer para proteger e valorizar o seu imóvel.

Preciso fazer obras grandes?

Nem sempre. Em muitos casos, dá para começar por medidas de maior impacto e menor intrusão. Fale connosco e nós damos o apoio necessário.

Quanto tempo demora?

O diagnóstico demora algumas semanas. A execução de obra pode variar de alguns dias a meses, conforme a complexidade do plano definido.

Os impostos podem vir a aumentar?

Sim. Está em discussão, a nível europeu e nacional, a introdução de penalizações fiscais para imóveis energeticamente ineficientes, como o agravamento do IMI ou a perda de benefícios fiscais. O objetivo é desincentivar a manutenção de edifícios F e G e acelerar a reabilitação. Antecipar a melhoria energética é a forma mais eficaz de reduzir este risco fiscal futuro e proteger o valor do património.

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